Praias e Castelo – Dia 4

Hora de andar mais na “carrinha” do Rui e sentir o cheiro do mar.

Primeira parada: Estoril

É impossível não lembrar-se da Fórmula 1 ao colocar os pés em Estoril. Em uma rápida passagem, vimos o Casino que leva o mesmo nome do local e a bonita praça a sua frente. Para colocar os pés na areia, é necessário passar por um túnel até chegar a Praia do Tamariz. Este é cheio de desenhos em azulejos. Próximo a saída para a praia encontra-se lanchonetes para tomar um café e lojinhas de lembrancinhas.

Mesmo em um rápido passeio é possível observar algumas de suas comodidades como restaurantes, chuveiros e acessos para deficientes.

Um pouco de história: A popularidade surgiu quando o rei D. Luis I, no final do século XIX, escolheu o local para sua residência de verão (quem pode,pode!). Sendo aumentada no século XX com a chegada do Casino Estoril.

Segunda Parada: Cascais

Um encanto de vilarejo. As ruas estreitas com suas lojinhas e restaurantes convidam o visitante a uma agradável caminhada até a água. Pelo caminho encontramos a câmara municipal com seus lindos azulejos e uma estátua de Dom Pedro I, não o que declamou independência no Brasil, mas o conhecido como “O Justiceiro” e pela história de amor com Inês de Castro.

Além de D. Pedro, existe uma homenagem ao Rei D. Carlos I, pioneiro da oceanografia portuguesa. Há o Museu do Mar, que também faz parte da homenagem.

No mar, muitos barcos e um deslumbre da cidade com seus prédios baixos e cores claras. Próximo, um monumento aos Descobrimentos Portugueses, presente da Academia de Letras e Artes para o povo da cidade.

Curiosidades:
Foi em Cascais que encontramos pão francês (para os gaúchos, o pão cacetinho).
Encontramos brasileiros fantasiados de bichinhos fazendo propaganda de um parque em um dia quente.

Terceira Parada: Boca do Inferno

Em Cascais é possível observar enormes ondas se desfazerem nas rochas. Formada pela fúria do Atlântico contra os rochedos, a Boca do Inferno é uma parada obrigatória que exige cuidados. Ao mesmo tempo em que rende belíssimas fotos, exige bom senso do visitante em relação à segurança.

Conforme você desce as escadas, a paisagem vai nos dominando. É o cheiro do mar, o barulho das ondas contra os rochedos, os pássaros sobrevoando. É o poder da natureza ao alcance dos olhos.

Para quem adora uma comprinha, perto do acesso a Boca tem uma feirinha cheia de sugestões de presentes e lembrancinhas. Que vão do pano de prato até vestuário, por valores muito atrativos.

Quarta Parada: Cabo da Roca

Localizado no Parque Natural de Sintra – Cascais, o Cabo da Roca é o ponto mais ocidental do continente europeu. Conhecido como o ponto “onde a terra acaba e o mar começa” (assim descrito por Camões em Os Lusíadas), o cabo possui um farol magnífico do século XVIII e é o habitat natural de várias plantas e pássaros.

O local é tão lindo que já serviu de cenário para o espião mais famoso do cinema: James Bond. Não por acaso pessoas de várias partes do mundo fazem a sua parada para caminhar e fotografar.

Pequenas cercas separam os curiosos de um maior contato com a natureza, e a dica aqui é respeita-la, pois um pé em falso é sinônimo de acidente certo. Como o parque é grande e cheio de trilhas, existe espaço suficiente para caminhar até cansar.

Quinta Parada: Castelo colorido (Palácio da Pena)

Na chegada a bilheteria várias placas indicando Mouros, Pena e outros. Por ali as pessoas chegam de carro, ônibus, bicicleta ou a pé.

O castelo a distância lembra os contos de fadas. Para chegar, existem duas opções após atravessar os portões: ir caminhando ou pegar o pequeno ônibus. A mistura de estilo, que vai do romantismo a indiana, são um charme a parte.

Passear pelo castelo exige preparo físico, mas vale a pena, é uma aula prática de história. Estátuas, quadros, móveis, azulejos e porcelanas nos levam ao passado e a forma como a monarquia vivia.

Quem realiza o passeio com crianças, muita atenção. Existem partes altas cujas barreiras são bastante baixas, não deixe os pequenos curiosos circularem sozinhos. Assim como as salas internas não possuem muitas barreiras, então nada de deixar os sapecas testando a durabilidade dos copos e cadeiras.

Um pouco de história: Classificado como patrimônio mundial da humanidade pela UNESCO, ele fica no segundo ponto mais alto da Serra de Sintra, fornecendo aos seus visitantes uma visão espetacular do local. Originalmente o local era um convento de monges Jerônimos que foi adquirido por D. Fernando II em 1838 e reformado para se tornar o palácio hoje visitado.

Informações Práticas:
O horário de visitação ocorre das 10h às 18h, sendo que os bilhetes são vendidos até às 17hs.
O ingresso para visitar o palácio é de 11,50 euros para adultos, 5 euros para quem tem entre 6 e 17 anos e 5 euros para quem tem mais de 65 anos.

* Viagem realizada em Agosto/2015
* Como guias tivemos o pessoal da Além Mar Turismo
* Alice estava com 2 anos e 3 meses na época

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2 comentários Adicione o seu

  1. Muito legal o passei. Adoramos os lugares e as paisagens. Cascais parece ser encantadora. E o castelo chamou nossa atenção. Parece muito interessante de se visitar.
    Parabéns pelo post, ficou ótimo.

    Curtido por 1 pessoa

  2. andrearoterra disse:

    Obrigada pelo comentário. O castelo é muito legal, vale a pena visitar.

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