Curitiba – Dia 3 – Santa Felicidade, Ópera de Arame e Doces

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Em um sábado chuvoso, iniciamos o nosso dia indo para o bairro de imigrantes italianos chamado Santa Felicidade, que está presente em post e lugares listados para ir a Curitiba. O curioso aqui é que nos 4 anos que morei na cidade sabíamos da sua fama gastronômica, mas acabamos nunca visitando, por isso ele não ficou de fora do roteiro.

Santa Felicidade

Nossa primeira parada foi em uma das lojas da Vinícola Durigan que fica na avenida Manoel Ribas. Na parte de fora um chafariz com estátuas que simulam a mais antiga forma de se produzir o vinho, na parte interna uma mistura de mercados antigos com cantina italiana, vemos camisas de futebol, uma caixa registradora muito antiga, objetos que remetem as origens do vinho, doces, acessórios e claro, muitas garrafas de vinho. É possível degustar gratuitamente alguns rótulos no balcão. Gostamos do vinho e os preços eram bem acessíveis, não trouxemos nenhum por estarmos na versão mochileiros.

Santa Felicidade

Em nossa caminhada passamos pelos dois restaurantes Madalosso, e o novo impressiona pelo tamanho, e pela Paróquia São José e Santa Felicidade mas não chegamos a entrar. A nossa ideia era ir ao Bosque Italiano, mas ao chegarmos ao mesmo, estava fechado.

Esperávamos mais do bairro, além da grande variedade de restaurantes não o achei tão encantador como algumas cidades de imigrantes do Rio Grande do Sul, por exemplo.

Almoço

Havia feito reserva antecipada em um dos restaurantes mais bem avaliados do bairro, o Famigliia Fadanelli, já que o tempo de espera indicava quase uma hora e com criança não rola.

O ambiente é bonito, nas mesas é disponibilizado um cartão postal para enviar gratuitamente para amigos e familiares. O atendimento é bom, são atenciosos e rápidos.

O ponto foi a comida. Para Alice pedimos tirinhas de mignon e a pequena aprovou. As entradas (cobradas a parte) possuem pequenas delícias como o figo assado e os queijos.

O problema ficou no nosso prato principal. Para os adultos pedimos o best seller indicado pela casa, o Capretto que serve de 3 a 4 pessoas, e consiste em paleta de cabrito assada com manteiga e alegrim, batatas coradas, brócolis e tagliarini na manteiga. A massa estava boa, a batata e o brócolis no padrão, mas a paleta foi difícil de comer. Faltava sabor. Um molho mais forte, até mesmo sal, talvez tornasse a carne mais apetitosa. Nem o nosso carnívoro de plantão se animou a repetir. Ficou mais da metade na bandeja. O garçom ofereceu para embalar para levarmos, mas a sensação que ficou era de nunca mais querer ver na nossa frente.

Ópera de Arame

Após o almoço fomos para a famosa estrutura tubular que serve de palco para diferentes tipos de espetáculo na cidade de Curitiba. Sua integração com a natureza impressiona pela beleza, a vista da pedreira, a ponte sobre as águas te levam para um mundo paralelo.

Ópera de Arame

Na parte de baixo há um café-restaurante com uma decoração muito bacana. Como choveu muito quando chegamos, foi possível explorar e descansar no local. Além de brincar no balanço florido e espiar os patos nadando.

O acesso a Ópera de Arame é gratuito, lembrando que a parte destinadas a espetáculos é fechada para visitação.

Café Ópera de Arame

Batel

Com tudo molhado desistimos de ir aos parques e retornamos ao hotel. Quando a chuva deu um tempo, saímos em busca de doces, visto que Curitiba possui ótimas indicações.

Bazar Doce pâtisserie

Nossa primeira parada foi no Bazar Doce pâtisserie, onde os pedidos foram bolo de cenoura com chocolate, bolo de nozes e um pavê de chocolate branco e limão que estava dos deuses. Alice foi de brigadeiro tradicional e se distraiu na área kids do local. O ambiente é pequeno e acolhedor, o atendimento bastante simpático, perfeito para um bate-papo.

Cuore di Cacau

Dali seguimos para o que dizem ser ponto obrigatório dos chocólatras: Cuore di Cacau Chocolateria. Com mais de 10 prémios de melhor chocolate da cidade o pequeno e cheiroso espaço pertence a uma família gaúcha, que curiosamente chegou a Curitiba no mesmo ano que eu e minha mãe partimos.

E sim, os chocolates são muito bons, mas muito bons mesmo. Em um primeiro momento até se pode achar caro o valor, mas o sabor vale a pena, nem se compara com o que é comprado no mercado.

* Quer ver mais fotos? Siga nosso instagram @inspenarua
* Viagem realizada em novembro/2017
* Alice estava com 4 anos e 6 meses
* Viagem patrocinada por nós mesmos
* Todas as fotos são autorais

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